"Sonhos de um Mosqueteiro"
Este livro (blog) contêm crônicas e poemas por mim escritas, nas
quais eu fiz questão de manter a data em que as mesmas foram elaboradas para que
pudessem servir como testemunho de seu conteúdo "profético", e como um alerta
para aquelas que ainda não foram concretizadas. ![]() (ARAMIS NETO) ![]() (ARAMIS NETO) ![]() (Grahn Bell) ![]() (F.Nietzshe) ![]()
H/ALMA GUERREIRA/ olá amigo,sem palavras para o seu blog e seus textos,aceite um premio meu,nº 1 meu maximo o number one
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ANJOS ENVIADOS
Século XXI. Os homens investidos e vestidos das ciências desacreditam na divindade de DEUS. O mal invade os espaços abertos pela descrença, sorrateiramente como as águas de uma represa ao acomodarem-se nas áreas inundadas, ocupando cada espaço de forma envolta. Nada a se fazer a não ser esperar pelo pior, pelos séculos vindouros de trevas e dores... A maldade e a descrença do homem moderno afastam-nos de DEUS. A bestialidade toma a forma humana e mistura-se aos mortais. Tudo o que outrora era repulsivo e anômalo, vai-se tornando corriqueiro e normal. Já não há mais parâmetros entre o bem e o mal. Mas DEUS, em sua infinita sabedoria e bondade, por amar seus filhos e não querer abandoná-los, mesmo que por eles sendo abandonado, envia-lhes sinais de sua presença. Apenas esperando ser solicitado e acreditado mais uma vez, por aqueles a quem criou com tanto amor, para banir por mais milênios a fera besta do planeta terra. Assim como o relatado nos registros bíblicos. Toda vez que DEUS quis falar com seus filhos terrenos, mandou à frente seus enviados anjos, como sinal de sua presença. E não seria diferente agora. E é isso que DEUS está fazendo. Deus está enviando seus anjos em sacrifício ante as possessões da besta, para que tenhamos olhos para reconhecer os seus sinais, ouvidos para ouvirmos o seu choro ante as nossas recusas em aceitá-lo e corações para que possamos senti-lo e suplicar-lhe o seu perdão. Resta-nos reconhecermos estes anjos para que façamos uma retrospecção em nosso interior e reconheçamos o quão estamos desviados de seu caminho. Os anjos estão aí, todos os dias tocando-nos com suas asas. Suplicando-nos para olharmos para DEUS e deixá-lo nos ajudar. Somos frágeis e vulneráveis demais para enfrentarmos a besta sozinhos. Precisamos ter o poder de DEUS a nosso lado. Os ANJOS ENVIADOS vem-nos em forma de criaturas frágeis e desprotegidas, para que as percebamos melhor e sejamos mais suscetíveis ao seu clamor. DEUS enviou-nos PEDROS, ISABELAS, RACHELS e tantos outros anjos, sacrificados nos mais remotos cantos do mundo. Em guerras, em fomes desumanas, em corpos disformes pela inanição, ou mutilados pela maldade humana. Em formas de crianças, para alertar-nos sobre a possessão demoníaca que se alastra pelo mundo. È a forma de DEUS avisar-nos de que ainda há tempo para nos redimirmos e execrarmos essa adoração demoníaca. Quantos anjos mais teremos de ver serem sacrificados, até que tenhamos de volta a nossa consciência. Quantas atrocidades teremos de presenciar até nos sensibilizarmos. Ou será que deixamos de ser filhos de DEUS e passamos a ser adoradores da besta?...
ARAMIS – 13/11/08.
- Postado por: Aramis às 00h06 [ ] [ envie esta mensagem ] :: Enviar esta mensagem
OUTONO
Gotas douradas do tempo caem silenciosamente,
Fertilizando o solo, germinando a semente.
Um tempo de mudanças, de renovações.
Onde o desconhecido aguça as emoções.
Foi em um outono que me conheci rebelde
E transpus barreiras até então instransponíveis pra mim.
Peguei em armas, gritei de ordens frases afins.
E me dei conta de que poderia mudar o mundo,
Pois deste sonho mais profundo,
Em canções me rebelei.
Queria uma pátria vermelha
Como o sangue da vida que corre na veia.
E me fiz guerreiro,
Fui buscar técnicas de guerrilhas no estrangeiro.
E me fiz anjo da morte,
Que se tiver um pouco de sorte, não firo ninguém.
Mas fui mais além...
Elegi um fardado inimigo pra nortear minha vida.
Fazer-me seu opositor da forma mais atrevida,
Andar nas sombras, falar em sussurros,
Entrar nos “aparelhos” escalando os muros.
E fazer-me invisível aos olhos de quem me visse.
Não ser piedoso a quem clemência pedisse.
Mas era jovem e tinha direitos a certa “burrice”...
Hoje o dourado do tempo
Dá vez à prata em meus cabelos.
E com eles veio a sensatez,
De fazer-me rebelde mais uma vez.
E tentar consertar meus erros,
Tentar detê-los...
Vejo hoje a pátria que ajudei a construir...
...(ou talvez a destruir, já nem sei)...
E não me orgulho do que deixo aos meus netos.
Queria edificar um paraíso e criei um inferno,
Do outono vivido agora resta o inverno.
ARAMIS – 31/03/09.
- Postado por: Aramis às 00h55 [ ] [ envie esta mensagem ] :: Enviar esta mensagem
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