"Sonhos de um Mosqueteiro"
Este livro (blog) contêm crônicas e poemas por mim escritas, nas
quais eu fiz questão de manter a data em que as mesmas foram elaboradas para que
pudessem servir como testemunho de seu conteúdo "profético", e como um alerta
para aquelas que ainda não foram concretizadas. ![]() (ARAMIS NETO) ![]() (ARAMIS NETO) ![]() (Grahn Bell) ![]() (F.Nietzshe) ![]()
H/ALMA GUERREIRA/ olá amigo,sem palavras para o seu blog e seus textos,aceite um premio meu,nº 1 meu maximo o number one
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"ARTIGO QUINTO”
Me concede o quinto artigo, O direito de ter direitos, Mesmo com todos os meus defeitos, Manter minha boca calada. Confessar-me da paixão apenas em teu leito, Do amor que trago no peito. Data Vênia... Às de costume disse nada... Em flagrante delito fui detido, Por haver um coração ferido. Lesão Corporal sofrida na vida, Colisão frontal de olhos na estrada. Só o tempo para curar do amor a ferida, Data Vênia... Às de costume disse nada,,, Inquirido que fui a responder o que se faz preciso. Da musa de meus versos, só falo em juízo. Ou quem se faz perspicaz, Interpretará nas entrelinhas seu nome. E da minha timidez cairá na risada, Data Vênia... Às de costume disse nada... E no amor, Quando a paixão se faz calada. Sufragar na urna dos sentimentos o voto, Na política jogada. Data Vênia... Às de costume disse nada... Se condenado for à indiferença do teu olhar, E passar o resto dos meus dias Sem de ti me aproximar, A vida pra mim não fará sentido, Estará inerte, parada. Data Vênia... Às de costume disse nada... ARAMIS – 26/08/07.
- Postado por: Aramis às 03h14 [ ] [ envie esta mensagem ] :: Enviar esta mensagem
SOLITÁRIO Quando a solidão é uma opção de vida, E a fera ferida, isola-se recolhida, A se recuperar as forças e curar feridas, Protegida, talvez ... Ou amedrontada e escondida, Para aprender com os erros cometidos Das batalhas vividas e dos corações feridos. A não se arriscar com tamanha ingenuidade. Acreditando em palavras doces de tamanha iniqüidade. Que lhe arrancarão da alma a vontade de amar. Do dorso, as asas, lhe impedindo de voar, E da boca a língua lhe calando o falar. Quem poderá dizer ser errado o solitário, Se apenas lhe veste a vida. Como mais um insano jogral hilário...
Que se dizer então do adorno, Cujo qual com o mesmo nome, Enfeita femininas mãos. O solitário incrustado em áureo aro. Quando ao vislumbrar tal beleza paro, Para refletir sobre sua criação... O diamante ora chamado solitário, Para chegar a tal primor de brilho raro, Antes de tudo era carvão. E ao sofrer do tempo e da terra Tamanha pressão, Findou por tornar-se a pedra mais dura, Que lapidada em translúcida beleza pura, Hoje enfeita em jóias a mulher madura. A prova de que a vida é uma eterna transformação. ARAMIS – 15/08/07.
- Postado por: Aramis às 00h53 [ ] [ envie esta mensagem ] :: Enviar esta mensagem
Luzes Sobre Detritos Vejo luzes explosivas que saem das mentes E ganham o espaço pipocando em claridades cegantes. Nada fazem além de clarear o céu, Sem sons, sem mais nada além do nada. E a eternidade dos tempos passa como um flash perante nossos olhos. Sou aquele que foi mais do que queria ser E menos do que poderia ter sido. O arco-íris se formando a minha frente, No derramar de baldes coloridos em sete espectros. E DEUS surge do centro da luz, Como uma mágica poesia Que minutos atrás ainda não existia. O nada é o começo de tudo O irônico e indecifrável questionamento Que nos leva a conclusão, De que também será o seu próprio fim. Detritos iluminados nos fazem pensar... ARAMIS – 11/08/07.
- Postado por: Aramis às 02h18 [ ] [ envie esta mensagem ] :: Enviar esta mensagem
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