"Sonhos de um Mosqueteiro"
Este livro (blog) contêm crônicas e poemas por mim escritas, nas
quais eu fiz questão de manter a data em que as mesmas foram elaboradas para que
pudessem servir como testemunho de seu conteúdo "profético", e como um alerta
para aquelas que ainda não foram concretizadas. ![]() (ARAMIS NETO) ![]() (ARAMIS NETO) ![]() (Grahn Bell) ![]() (F.Nietzshe) ![]()
H/ALMA GUERREIRA/ olá amigo,sem palavras para o seu blog e seus textos,aceite um premio meu,nº 1 meu maximo o number one
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UM MALUCO BELEZA RAUL SANTOS SEIXAS ( * 28/06/1945 - + 21/08/1989) "RAULZITO" para os íntimos... Faltavam poucos dias para o término da segunda grande guerra. Em Salvador/Bahia/Brasil, nascia uma criança que viveria anos luz à frente de seu tempo. Dotado de uma inteligência e uma visão além da normalidade, este auto-denominado "MALUCO BELEZA", transcenderia poeticamente seu tempo e seu espaço. Confesso que ainda hoje, me pego às vezes sorrindo ao descobrir uma nova mensagem incrustada em velhas letras musicais e que passara despercebida ante meus olhos e ouvidos críticos. Incompreendido e discriminado pela mediocridade das mentes atrofiadas da época, (inclusive a minha), sua passagem meteórica só agora faz sentido. Suas palavras futuristas agora se encaixam perfeitamente nesse imenso quebra cabeças que é a vida. Poderia escrever várias páginas tentando decifrar "RAULZITO". Mas deixo essa incumbência a ele próprio, através de suas letras e musicas. "Mesmo as estrelas um dia morrem. Porém, suas luminescência ainda vagarão pelo espaço por muito tempo".(ARAMIS) MALUCO BELEZA GITA METAMORFOSE AMBULANTE OURO DE TOLO O TREM DAS SETE TENTE OUTRA VEZ MORTE
ARAMIS – 28/06/07
- Postado por: Aramis às 18h27 [ ] [ envie esta mensagem ] :: Enviar esta mensagem A CASA DO LAGO...
Somos tão diferentes e tão iguais, Que a distância física e temporal que nos separa, Torna-se insignificante em medidas astrais. Somos a água e o vinho, A dor da tortura e o prazer do ungüento, Uma ave a procura de seu inexistente ninho. O total abandono da razão, Cedendo lugar ao mais puro sentimento. Somos a palavra calada na garganta, Substituída pelo dialogo do beijo. O calor dos corpos Explodindo-se em tesão num lampejo. Somos a voz que não nos sai, As ações que nos faltam. A covardia em assumir um desejo Os medos da felicidade que nos assaltam. Somos o nascer do sol, Após uma noite chuvosa e fria. O deslizar das mãos a percorrer o corpo Em pele quente e macia, Que ao toque do desejo se acende e arrepia. Somos o que nos sobra e nos faz falta. Aquilo que não sabemos o gosto Por nunca termos provado. A ausência do gosto profano, De um beijo roubado... Talvez a vida Nunca nos dê a oportunidade do encontro. Mas se surgir, A qualquer momento estarei pronto. E lhe entregarei todas as flores Que em pensamento lhe ofertei, E viverei a felicidade ao lado daquela, Que mesmo sem poder tocar. Foi a que mais amei...
ARAMIS – 06/06/07.
- Postado por: Aramis às 01h07 [ ] [ envie esta mensagem ] :: Enviar esta mensagem (clique na foto) SANDRA
ARAMIS – 22/03/07
- Postado por: Aramis às 19h17 [ ] [ envie esta mensagem ] :: Enviar esta mensagem
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